Polícia Civil

Estado de Sergipe

15 de janeiro de 2024, 07:01

Operação conjunta prende no interior da Bahia foragido de Sergipe investigado por estupro de vulnerável em Lagarto

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Prisão ocorreu no município de Cipó (BA), e o investigado já foi transferido para o território sergipano, onde cumprirá pena

Uma operação conjunta entre a Polícia Civil de Sergipe e Polícia Militar da Bahia prendeu um homem condenado por estupro de vulnerável e que estava na condição de foragido da justiça desde fevereiro de 2022.  As investigações se iniciaram na Delegacia de Atendimento a Grupos Vulneráveis de Lagarto (DAGV). A prisão ocorreu na última sexta-feira, 12, no município de Cipó (BA).

De acordo com a delegada Vanessa Feitosa, após diligências investigatórias nas cidades de Lagarto e Simão Dias, a equipe identificou que o investigado estava no interior da Bahia. “ Foi mantido contato com a 21ª Companhia Independente de Polícia Militar da Bahia, que localizou o foragido da Justiça”, explicou.

Após a prisão, o investigado foi conduzido inicialmente para a Delegacia de Ribeira do Pombal (BA). “Com isso, a equipe de policiais da DAGV de Lagarto se deslocou para a cidade baiana e trouxe o preso para Sergipe, onde se encontra à disposição do Poder Judiciário”, complementou a delegada.

Crime

Conforme apuração policial, o crime praticado pelo investigado preso no interior baiano ocorreu em 2007, na cidade de Lagarto. “Quando ele, por diversas vezes abusou sexualmente de suas duas enteadas menores à época dos fatos, de apenas 12 e 10 anos de idade”, explicou a delegada. 

O investigado frequentemente praticava atos libidinosos com as vítimas, conduta que se iniciou por volta do mês de outubro de 2007 e perdurou por cerca de dois meses.

Para a prática criminosa, durante o período noturno, enquanto a mãe das vítimas estava no trabalho, o investigado ameaçava as crianças. “Agredindo-as fisicamente, e as levava, uma de cada vez, para o seu quarto, quando não realizava o ato na sala da residência. Pelo crime, ele foi condenado a 16 anos de prisão”, pontuou Vanessa Feitosa.