Polícia Civil

Estado de Sergipe

2 de setembro de 2019, 15:40

Jornalista sergipano menciona trabalho de delegado da Polícia Civil como exemplo de combate aos crimes ambientais

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Como subtítulo, Costa destacou; “um delegado salvando as nossas matas”.

O jornalista e escritor Luiz Eduardo Costa publicou no último dia 30 de agosto, o artigo intitulado: “Da Amazônia a Sergipe e às nossas matas e tartarugas” onde faz uma análise dos crimes ambientais ocorridos no território amazônico e as polêmicas falas políticas nacional e internacionais em torno do tema. Costa reconhece as dificuldades de se fiscalizar um território tão gigantesco, mas entende que sem parcerias a missão fica ainda mais conturbada.


Foi dentro desse contexto, que o jornalista citou uma operação exitosa desenvolvida entre o delegado de Umbaúba, Antônio Francisco, e o IBAMA. Eis o trecho do artigo:


“Neste mês de agosto que se finda, o delegado Antônio Francisco, deu um exemplo de como se pode realizar uma operação bem planejada para obter resultados completos. Ele juntou a Polícia Civil com o IBAMA, e fizeram primeiro um trabalho de inteligência. Localizaram os madeireiros clandestinos, a rede que formavam desde o corte na mata, ao transporte até as serrarias. Em operações quase simultâneas, prenderam os criminosos, as cargas que transportavam, e lacraram  serrarias. Com isso, interromperam o desmate clandestino, e deram um exemplo de presença que por algum tempo evitará que outros venham a repetir as mesmas ações. Citamos este  caso como um exemplo, apenas numa microrregião, para que se tenha a ideia do que representa manter intocada a enorme área de proteção das florestas espalhadas numa área em torno de  quatro milhões de quilômetros quadrados, sem contar, evidentemente, o resto da Amazônia, que existe inclusive na Guiana, com a qual pelo Amapá temos longa fronteira.  Poderíamos nos juntar aos esforços, à experiência de outros países, inclusive à própria França, que tem  um núcleo de ciências aplicadas  à “sua Amazônia”, aquela parte que está na Guiana”.


“Neste mês de agosto que se finda, o delegado Antônio Francisco, deu um exemplo de como se pode realizar uma operação bem planejada para obter resultados completos. Ele juntou a Polícia Civil com o IBAMA, e fizeram primeiro um trabalho de inteligência. Localizaram os madeireiros clandestinos, a rede que formavam desde o corte na mata, ao transporte até as serrarias. Em operações quase simultâneas, prenderam os criminosos, as cargas que transportavam, e lacraram  serrarias. Com isso, interromperam o desmate clandestino, e deram um exemplo de presença que por algum tempo evitará que outros venham a repetir as mesmas ações. Citamos este  caso como um exemplo, apenas numa microrregião, para que se tenha a ideia do que representa manter intocada a enorme área de proteção das florestas espalhadas numa área em torno de  quatro milhões de quilômetros quadrados, sem contar, evidentemente, o resto da Amazônia, que existe inclusive na Guiana, com a qual pelo Amapá temos longa fronteira.  Poderíamos nos juntar aos esforços, à experiencia de outros países, inclusive à própria França, que tem  um núcleo de ciências aplicadas  à “sua Amazônia”, aquela parte que está na Guiana”.

O artigo completo pode ser lido aqui