Polícia Civil

Estado de Sergipe

10 de março de 2020, 17:30

Delegada geral participa de café da manhã em homenagem às mulheres no Banco do Brasil

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Katarina Feitosa esteve no evento que contou diversas líderes sergipanas

Nesta terça-feira, 10, a Polícia Civil, representada pela delegada geral, Katarina Feitosa, participou de um café da manhã em homenagem às mulheres na Superintendência do Banco do Brasil. No evento, mulheres líderes de diversos segmentos da sociedade estavam presentes.

Em um salão repleto de mulheres, foram debatidas várias questões que permeiam a vivência da mulher enquanto profissional na sociedade. “ É muito importante essa iniciativa, demonstrando o empoderamento feminino, o quanto a mulher vem ocupando espaço na sociedade. Que isso sirva de exemplo para todas as nossas companheiras, que tenham a noção da sua capacidade e do seu poder”, declara a delegada Katarina Feitosa.

O Banco do Brasil convidou mulheres empresárias, professoras, enfermeiras, juízas, comerciantes para trocar experiências e se conectar com a trajetória uma da outra. “Essa questão de gênero está cada vez mais presente nos debates da sociedade. As mulheres entendendo isso e se empoderando vão fazer com as diferenças se minimizem.”, explica a professora e secretária municipal do esporte da Prefeitura de São Cristóvão, Maria Auxiliadora, conhecida como Dorinha.

A iniciativa partiu da Superintendência do Banco do Brasil, visando valorizar cada vez mais as mulheres. “A ideia é mostrar que o BB no seu programa de equidade de gênero tem equilibrando cada vez mais as mulheres nos cargos de gerência, de administração, chefia”, explica Marcos Pimenta, superintendente da Banco do Brasil.

Também esteve presente no café da manhã, contando suas experiências e trajetória a desembargadora e presidente do Tribunal Regional do Trabalho, Vilma Leite Machado. “O banco do Brasil está de parabéns pela iniciativa. Entendemos que o dia da mulher tem que ser de  comemoração porque é um dia de muitas conquistas, mas que temos muitos caminhos a trilhar. Nos resta caminhar para que um dia, quem sabe, nós não precisemos ter um dia da mulher”, conclui a desembargadora.